Que o governo PT, sobretudo o segundo mandato da Dilma, foi um fracasso, é fato consumado. Isso era claro para qualquer um com dois neurônios. Tão claro quanto isso somente a obviedade de que a saída de imediato do governo atual e o impeachment da presidente não seria solução para o problema.
Em menos de um mês no poder o governo Temer já conseguiu superar o fracasso do governo anterior. Não bastasse o saco de maldades e o terrorismo, que está só começando, agora fica claro o quanto eram inescrupulosas as intenções do impeachment.
De cara, a equipe ministerial é a mais ficha suja da história. O governo “anticorrupção” é o mais corrupto de todos! A situação atual é esclarecedora para sabermos a razão do Brasil ser a merda que é, e como o a maioria de nós simplesmente entende política como futebol e como a mídia tem um lado escancarado. As pedaladas que deram a origem legal ao impeachment (mera desculpa, óbvio) já apareceram na lista de bem feitorias do senhor presidente. Mas agora não vejo nada na mídia, não ouço panelaços, nem faixas, nada disso.
Sem bancar o chato, já bancando, era como eu disse: deram ao povo ignorante uma satisfação paliativa que temporariamente se satisfaz. Para aqueles que acreditam em tudo o que vê, ouve e lê está tudo ótimo: “ele chegou agora, dê um tempo a ele”, “ele está montando um ministério, não os Power Rangers”. Desprezam o simbolismo implícito nas coisas, que serve exatamente para acostumar às pessoas e preparar o terreno para que se possa chegar onde quer. Aí, vem o Lobão e Danilo Gentilli falando merda na internet sobre estupro; outros endeusando a “bela, recatada e do lar” como padrão de comportamento, e a tem gente sem entender o porquê.
A última, sinceramente, achei até que fosse brincadeira. Convocar o Alexandre Frota como porta voz da sociedade civil na cultura. Primeiro, em nenhum aspecto o Alexandre Frota me representa, ninguém tão imbecil pode ser meu representante. Segundo, qual o significado, qual o tamanho do Alexandre Frota na cultura do Brasil? Ex-ator fracassado, pseudo-humorista falido e ator pornô frustrado. A cultura brasileira está na direção certa, o Brasil está no rumo certo.
Daqui a pouco, com eminente fracasso deste governo doentio, vão gritar “volta Dilma”, e o ciclo continua. E os coxinhas viraram trouxinhas em menos de um mês.
De cara, a equipe ministerial é a mais ficha suja da história. O governo “anticorrupção” é o mais corrupto de todos! A situação atual é esclarecedora para sabermos a razão do Brasil ser a merda que é, e como o a maioria de nós simplesmente entende política como futebol e como a mídia tem um lado escancarado. As pedaladas que deram a origem legal ao impeachment (mera desculpa, óbvio) já apareceram na lista de bem feitorias do senhor presidente. Mas agora não vejo nada na mídia, não ouço panelaços, nem faixas, nada disso.
Sem bancar o chato, já bancando, era como eu disse: deram ao povo ignorante uma satisfação paliativa que temporariamente se satisfaz. Para aqueles que acreditam em tudo o que vê, ouve e lê está tudo ótimo: “ele chegou agora, dê um tempo a ele”, “ele está montando um ministério, não os Power Rangers”. Desprezam o simbolismo implícito nas coisas, que serve exatamente para acostumar às pessoas e preparar o terreno para que se possa chegar onde quer. Aí, vem o Lobão e Danilo Gentilli falando merda na internet sobre estupro; outros endeusando a “bela, recatada e do lar” como padrão de comportamento, e a tem gente sem entender o porquê.
A última, sinceramente, achei até que fosse brincadeira. Convocar o Alexandre Frota como porta voz da sociedade civil na cultura. Primeiro, em nenhum aspecto o Alexandre Frota me representa, ninguém tão imbecil pode ser meu representante. Segundo, qual o significado, qual o tamanho do Alexandre Frota na cultura do Brasil? Ex-ator fracassado, pseudo-humorista falido e ator pornô frustrado. A cultura brasileira está na direção certa, o Brasil está no rumo certo.
Daqui a pouco, com eminente fracasso deste governo doentio, vão gritar “volta Dilma”, e o ciclo continua. E os coxinhas viraram trouxinhas em menos de um mês.